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A conferência Rio+20, principal evento internacional de 2012 sediado no Brasil, não terá como resultado uma fórmula ideal -e única- para resolver o problema ambiental em todos os países.
Acordos e mecanismos legais firmados de última hora, comuns em encontros do gênero, devem ceder espaço a "processos", com missões de "longo prazo".
A opinião é do embaixador André Corrêa do Lago, 52, chefe do departamento de Meio Ambiente do Itamaraty.
Segundo ele, a conferência abrirá uma enorme oportunidade econômica para o Brasil, que poderá se beneficiar de um eventual padrão internacional de produtos sustentáveis -algo a que o Itamaraty sempre se opôs por ver as certificações como barreiras não tarifárias.
"O Brasil, com pequenos ajustes, tem vantagens imensas", diz o diplomata, neto do ex-ministro Osvaldo Aranha.
O encontro, que acontece em junho, será no Rio Centro, que sediou a Eco-92.
A entrevista completa com o embaixador André Corrêa você conferece na Folha de São Paulo, no link:
http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/1037495-paises-ricos-serao-cobrados-na-rio20-por-falta-de-acao-diz-embaixador.shtml













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