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Patrimônio Museológico
CIDADE - Patrimônio Cultural

Artigo em áudio

Os memoriais e museus vinculados à Fundação José Augusto reúnem precioso acervo da nossa história, arte e cultura. São mais de três mil peças catalogadas, entre mobiliários, pinturas, fotografias, documentos, pratarias, esculturas, vestuário, utensílios domésticos, paramentos, máquinas e instrumentos científicos. Além de oferecer às novas gerações a oportunidade de conhecer a nossa história, o acervo do Patrimônio Museológico é fundamental para estudos e pesquisas sobre a terra e a gente potiguar.


Foi chantado em 1501 na praia de Touros, litoral norte do Estado, durante a expedição de Gaspar de Lemos, episódio histórico narrado em carta de Américo Vespúcio. É o mais antigo marco português no Brasil, tombado pelo IPHAN.


A fixação do canhão data da mesma época da construção da Fortaleza (1598). Foi utilizado na defesa da cidade do Natal contra a invasão holandesa. A bala de canhão, encontrada em 2005 nas imediações do Forte, está incrustada de corais.


Máquina de escrever, cinzeiro, charuto e cartas de Câmara Cascudo, utilizados no cotidiano pelo escritor no seu trabalho intelectual. No canto direito, correspondências que ele trocou com Mário de Andrade, Monteiro Lobato, Carlos Drummond e Gilberto Freire, a partir dos anos 20.


Uma raridade do final do Século XII, procedente do Laos, na Ásia. A escultura é de chumbo e banhada em ouro, já desgastado em algumas partes. Foi doada pelo colecionador suíço Fritz Alain Gegauf, que morou em Natal.


Mesa e cadeiras em jacarandá, provavelmente confeccionadas no final do século XIX/XX. Aornamentação mostra a preocupação com a leveza na apresentação, aspecto comum ao estilo neoclássico. Utilizadas em sucessivos governos para reuniões do secretariado e audiências públicas.


Peça em madeira, ornada por ramagens entrelaçadas em entalhe; espaldar ladeando cariátides, volutos e figos.Mobiliário ecletico e rústico destacando elementos que vão do Barroco ao Neoclássico.


Sofá e cadeiras confeccionados provavelmenteentre século XIX/XX, que recuperam e conjugamelementos entalhados e torneados, típicos do Barroco.Durante o Império, esse estilo foi bastante acentuado,acrescentando uma identidade nacional estilizada.


Escultura em madeira de Antônio Conselheiro.Obra do artista popular Xico Santeiro (1898-1966). Segundo apontamento de Veríssimo deMelo, Xico foi o primeiro escultor potiguar de quetemos notícia.


Escultura em madeira criada pela artista popular Luzia Dantas, de Currais Novos. Luzia dedica-se, desde criança, à arte sacra e à representação de eventos locais. Seus trabalhos em madeira são considerados obras-primas. A habilidade da artista com o formão cria delicados e minuciosos detalhes, como se fossem um trabalho de ourivesaria.


Coleção de ex-votos em cerâmica e madeira,alguns policromados. As peças foram doadas à FJA pelo jornalista Franklin Jorge (2006). Os ex-votos são encontrados usualmente em espaços dedevoção e deixados como demonstração de fé, porgraça alcançada. Um hábito ainda cultivado emtodas as regiões.


Peça do século XVIII, que exibe a devoção doméstica da população rural. Pertenceu à antiga capela do Engenho do Solar Ferreiro Torto, em Macaíba-RN.


Paramentos da indumentária religiosa utilizada pelos sacerdotes durante a celebração litúrgica


O conjunto foi utilizado pelo vice-presidente João Café Filho, que assumiu a Presidência da República após o suicídio de Getúlio Vargas, em 1954. Inclui um fraque preto, calça em casimira listrada, sapato preto em cromo, luvas, blusa branca e cartola.


Insígnia de formato circular, contornada por rosas vermelhas, centrando estrela de seis pontas; abrigando medalhão azul sob globo.


Móveis em madeira do século XX; revestidos por tecido adamascado e o tapete persa, que decoraram a residência do presidente Café Filho, na cidade do Rio de Janeiro, então capital do país.


Na cadeira de balanço do século XX, o religioso passava as horas de descanso e recebia amigos para conversas.Chapéu utilizado por monsenhor Expedito Medeiros, nas cavalgadas para rezar missas, durante as décadas de 40 e 50.


Peças em metal dourado, utilizadas nos cultos religiosos. Pertenceram ao padre Antas


O alguidar de cerâmica era utilizado no fabrico do queijo da região. Mede 25cm x 50cm x 50cm

 


Fontes: www.monumenta.gov.br / www.saogabriel.pucminas.br


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