Em sessão extraordinária o plenário da Assembléia Legislativa derrubou por 13 votos a 10, o veto mais polêmico entre os apresentados pelo governo do Estado a emendas aprovadas pelos deputados ao Orçamento Geral do Estado para este ano. No entendimento da oposição, a emenda não era nem para existir se o governo cumprisse os seus compromissos assumidos com o pessoal da Saúde. Com as galerias lotadas pelos servidores da saúde que estão em greve, os deputados da bancada de oposição sustentaram a necessidade de rejeição do veto, muito embora o governo tenha enviado ao Legislativo um projeto substitutivo no valor de R$ 42 milhões para o Plano de Cargos, Carreiras e Salários dos servidores.
Vinte e três deputados – ausente apenas Nélter Queiroz-PMDB - participaram da votação com a vitória de 13 a 10 para a bancada de oposição que derrubou o veto.
Antes do início da sessão extraordinária tinha havido um acordo entre oposição e governo para manter os vetos nas emendas destinadas à Polícia Militar e a Polícia Civil
Outros quatro vetos em emendas destinadas à Fundação José Augusto, Procuradoria Geral de Justiça, Fundação Djalma Marinho e Tribunal de Contas do Estado foram derrubados pela unanimidade de 22 votantes. Em seguida houve sessão ordinária quando foi lida a mensagem do crédito especial para a Polícia Militar e Polícia Civil.













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