Nem o bom roteiro – baseado em um conto do escritor Stephen Vincent Benet chamado “Rapto das Sabinas” – adaptado pelos roteiristas Albert Hackett, Frances Goodrich e Dorothy Kingsley, nem as ótimas músicas compostas por Gene De Paul, Adolph Deutsch e Saul Chaplin foram suficientes para impedir que a Metro-Goldwyn Mayer (MGM) tivesse cautela na hora de produzir “Sete Noivas Para Sete Irmãos”. O sinal vermelho cortou parte do orçamento e determinou que tudo fosse rodado em estúdio. Com tantas restrições assim, faltou pouco para que o filme não chegasse às salas de cinema.
Ambientado no estado do Oregon, durante o ano de 1850, o filme conta a história do fazendeiro Adam Pontipee (Howard Keel) e de seus seis solteirões irmãos, que só sabem cuidar da plantação e arranjar brigas. Em uma visita à cidade, para fazer compras, Adam pede a mão de MIlly (Jane Powell), cozinheira de um pequeno restaurante, em casamento. Feliz com a possibilidade de ter um marido e de cuidar de um lar só seu, ela aceita o inusitado pedido.
Mas, ao chegar à fazenda, ela se depara com seis imensos, trogloditas e comilões problemas. Decidida a tornar a meia dúzia de cavalões em seis verdadeiros cavalheiros, Milly começa a os ensinar como se comportar à mesa, a dançar e a como cortejar educadamente uma mulher. A idéia dela é “preparar” os rapazes em menos de 30 dias, data quando ocorrerá uma festa na cidade. Ou seja: a oportunidade perfeita para que cada um arranje uma namorada.
No começo da festa a idéia de Milly dá certo. Os seis irmãos estão limpos, bem vestidos e se comportam como verdadeiros gentlemans, conseguindo a atenção das garotas. Porém, durante uma competição para a construção de um celeiro, os Pontipee não conseguem manter a calma e o quebra pau com outros rapazes põe fim a todo o romantismo. Tristes por terem perdido suas pretendentes, eles decidem voltar à cidade e seqüestrá-las. Na volta, uma avalanche fecha o trecho do caminho que liga a fazenda a cidade. Milly, Adam, os seis irmãos e as garotas raptadas estão presos na fazenda até que o inverno termine. Com tempo de sobra para se conhecerem melhor, o surgimento do amor entre seqüestradores e seqüestradas é inevitável.
Lançado em 1954, “Sete Noivas para Sete Irmãos” alcançou $ 4 milhões em seu primeiro fim de semana (o que para os padrões da década de 50 era uma imensa bilheteria). A decisão da MGM de reduzir os gatos com “Sete Noivas...” não foi porque o estúdio não acreditasse que tinha mais um sucesso nas mãos. Estava em produção no mesmo período “Brigadoon (A Lenda dos Beijos Perdidos), filme estrelado por Gene Kelly que, dois anos antes, havia marcado a história da sétima arte com “Cantando na Chuva”. A prioridade e todas as atenções estavam, portanto, voltadas para o time que já estava ganhando.
Entre os anos de 1953 a 1967 o formato Cinemascope era a novidade para atrair maiores públicos as salas de cinema, agora que a TV também fazia transmissões coloridas. A tecnologia cinematográfica, porém, ainda não havia sido adotada por todos os cinemas ao redor dos EUA. Por essa razão, “Sete Noivas Para Sete Irmãos” teve de ser rodado duas vezes (uma em Cinemascope e outra em Widescreen). A MGM não queria aceitar a possibilidade de que o filme deixasse de ser mostrado por nenhum cinema.
A estratégia, porém, saiu pela culatra. Nas palavras do diretor de “Sete Noivas...” Stanley Donen: “foi um imenso trabalho em vão. Tivemos que fazer dois filmes na verdade. Conseguir uma tomada decente e depois reorganizar tudo para fazê-la de novo”. Ao final, a versão widescreen nunca seria usada.
Outro fator que também quase pôs o filme por água abaixo foi o fato de o coreógrafo, Michael Kidd, não querer participar do filme, pois, não simpatizava com a idéia de um filme que trata de sete irmãos fazendeiros sendo um musical. Na época das filmagens ele declarou “não quero fazer esse filme. Não vejo estes caipiras dançando. Não faz o menor sentido”. Ainda bem que ele estava errado. “Sete Noivas...” teve cinco indicações ao Oscar: melhor filme, melhor edição, fotografia, roteiro e trilha sonora, levando a estatueta por esta última.
Ambientado no estado do Oregon, durante o ano de 1850, o filme conta a história do fazendeiro Adam Pontipee (Howard Keel) e de seus seis solteirões irmãos, que só sabem cuidar da plantação e arranjar brigas. Em uma visita à cidade, para fazer compras, Adam pede a mão de MIlly (Jane Powell), cozinheira de um pequeno restaurante, em casamento. Feliz com a possibilidade de ter um marido e de cuidar de um lar só seu, ela aceita o inusitado pedido.
Mas, ao chegar à fazenda, ela se depara com seis imensos, trogloditas e comilões problemas. Decidida a tornar a meia dúzia de cavalões em seis verdadeiros cavalheiros, Milly começa a os ensinar como se comportar à mesa, a dançar e a como cortejar educadamente uma mulher. A idéia dela é “preparar” os rapazes em menos de 30 dias, data quando ocorrerá uma festa na cidade. Ou seja: a oportunidade perfeita para que cada um arranje uma namorada.
No começo da festa a idéia de Milly dá certo. Os seis irmãos estão limpos, bem vestidos e se comportam como verdadeiros gentlemans, conseguindo a atenção das garotas. Porém, durante uma competição para a construção de um celeiro, os Pontipee não conseguem manter a calma e o quebra pau com outros rapazes põe fim a todo o romantismo. Tristes por terem perdido suas pretendentes, eles decidem voltar à cidade e seqüestrá-las. Na volta, uma avalanche fecha o trecho do caminho que liga a fazenda a cidade. Milly, Adam, os seis irmãos e as garotas raptadas estão presos na fazenda até que o inverno termine. Com tempo de sobra para se conhecerem melhor, o surgimento do amor entre seqüestradores e seqüestradas é inevitável.
Lançado em 1954, “Sete Noivas para Sete Irmãos” alcançou $ 4 milhões em seu primeiro fim de semana (o que para os padrões da década de 50 era uma imensa bilheteria). A decisão da MGM de reduzir os gatos com “Sete Noivas...” não foi porque o estúdio não acreditasse que tinha mais um sucesso nas mãos. Estava em produção no mesmo período “Brigadoon (A Lenda dos Beijos Perdidos), filme estrelado por Gene Kelly que, dois anos antes, havia marcado a história da sétima arte com “Cantando na Chuva”. A prioridade e todas as atenções estavam, portanto, voltadas para o time que já estava ganhando.
Entre os anos de 1953 a 1967 o formato Cinemascope era a novidade para atrair maiores públicos as salas de cinema, agora que a TV também fazia transmissões coloridas. A tecnologia cinematográfica, porém, ainda não havia sido adotada por todos os cinemas ao redor dos EUA. Por essa razão, “Sete Noivas Para Sete Irmãos” teve de ser rodado duas vezes (uma em Cinemascope e outra em Widescreen). A MGM não queria aceitar a possibilidade de que o filme deixasse de ser mostrado por nenhum cinema.
A estratégia, porém, saiu pela culatra. Nas palavras do diretor de “Sete Noivas...” Stanley Donen: “foi um imenso trabalho em vão. Tivemos que fazer dois filmes na verdade. Conseguir uma tomada decente e depois reorganizar tudo para fazê-la de novo”. Ao final, a versão widescreen nunca seria usada.
Outro fator que também quase pôs o filme por água abaixo foi o fato de o coreógrafo, Michael Kidd, não querer participar do filme, pois, não simpatizava com a idéia de um filme que trata de sete irmãos fazendeiros sendo um musical. Na época das filmagens ele declarou “não quero fazer esse filme. Não vejo estes caipiras dançando. Não faz o menor sentido”. Ainda bem que ele estava errado. “Sete Noivas...” teve cinco indicações ao Oscar: melhor filme, melhor edição, fotografia, roteiro e trilha sonora, levando a estatueta por esta última.













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