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No Novo Testamento, São Lucas nos conta que Jesus ao nascer foi reclinado em uma manjedoura como as muitas que existiam nas grutas da Palestina, utlizadas para recolher animais. Desta imagem nasce o presépio, que em hebraico, significa “a manjedoura dos animais”, sendo também utilizada para recolher animais.
A representação do presépio foi introduzida no séc. XIII, por São Francisco de Assis, ao idealizar a primeira cidade italiana de Greccio. São Francisco montou o primeiro presépio, em tamanho natural, numa gruta da cidade. O que restou desse presépio encontra-se atualmente na Basílica de Santa Maria Maior, em Roma. O hábito de manter o presépio nas salas dos lares com figuras de barro ou madeira difundiu-se por toda a Europa até chegar no Brasil. A tradição popular acabou virando mania e se transformou em peça de decoração de árvores de Natal, mesmo em países tropicais como o Brasil.
Por esses dias, vendo a decoração natalina da cidade, constatei a falta de um presépio oficial para Natal. Afinal, uma cidade com este nome não pode deixar de ter um presépio o ano inteiro assim como uma iluminação diferenciada.
Houve um período, e não faz tantos anos assim, que resolveram instalar uma proposta parecida no alto da Candelária, imediações do Gianádio do Ded. Mas, até hoje não a iniciativa não vingou, mesmo assinada pelo grande arquiteto Oscar Niemeyer. Creio, penso e digo que o local não é muito visível. Daí as dificuldade para sua divulgação.
As autoridades locais poderiam pensar no assunto: acho que um bom local para construção do presépio oficial da cidade seria na Árvore de Natal, do Conjunto Mirassol. Alí de lado tem até casinha do Papai Noel, mas falta um local representando o nascimento do Menino Jesus, que é maior do que o Papai Noel.













Comentários
muito oportuno o seu artigo. Nossa cidade sem um presépio não tem sentido.
Desejando tudo de bom, muita paz e saúde, envio nosso cartão de Natal.
Geraldo Batista.